quarta-feira, 8 de julho de 2009

Amor. Paixão. Conto de Fadas. Ardor.


Será o amor um CONTO DE FADAS?
É um fato constatado, minha vida é movida a paixão! Cada dia que passa percebo que fico mais animada quando tenho um alvo, um alguém, uma coisa, um projeto, um sei la o Quê para me dedicar, me envolver e me apaixonar.

Sim, eu me apaixono por coisas, TER coisas também pode ser apaixonante, claro que um pouco diferente do que com pessoas, do que trocar carícias e reciprocidade de sentimentos, mas, ora, ora, é muito bom se apaixonar, por qualquer COISA, definitivamente.

Como seria a minha vida sem este combustível intenso que queima rápido como pólvora e pode causar estragos iguais aos de uma explosão e ao mesmo tempo trazer a sensação de uma felicidade que vem de dentro, que transborda entre os poros e reflete calor e luz para quem estiver ao redor.

Me pergunto uma coisa: e o amor, então? Onde ele entra? O que é? É essa intensidade sagaz, essa felicidade que brota?

Eu tento responder: Acho que não, acho que AMOR é conto de fadas, não que não exista até porque eu acredito nele! E muito!
Mas amor não é isso, não é combustível que queima; AMOR é brando, calmo e ameno. Também pode ser sacrifício, dor, como nos contos de fadas, mas ele sempre vence, rompe barreiras, atravessa países, mares, enfim, o amor a tudo vence!

E a paixão? Ela também desbrava caminhos aflitivamente, sinuosamente, constantemente, mas acho que ela nem sempre vence. Porque não tem que ser, porque a paixão me parece que expira, tem prazo de validade assim como os programas de computador. A paixão carece de upgrade, sempre, só que nem sempre ele está disponível para download.

Acredito num trampolim da paixão para o amor, e dessa paixão como tempero, como romance para a vida de um casal feliz e de uma relação saudável. A PAIXÃO não pode andar separada do AMOR e vice e versa, eles são complementares e PRECISAM um do outro! Não há paixão que sustente sem amor. E, não há amor que sustente sem paixão!

Taí, acho que na minha vida amorosa, tive muitas paixões que me tiraram o chão, me fizeram perder o rumo, que me fizeram muito feliz e também que me machucaram para valer. Por outro lado, tive poucos amores, acho que no meu primeiro namoro sério, naquela relação soube um pouco o que era o amor. Inocente, adolescente ainda, mas verdadeiro e puro. Mais real, no sentimento, impossível, mas que acabou como um conto de fadas. Talvez, por isso, acredite que o AMOR tenha um pouco de conto de fadas...

Mas a cada dia que passa sei mais lidar com as paixonites agudas e sinto que ainda estou prestes a saber como é realmente um amor de verdade, não mítico e sofrido como nos contos de fadas, mas real, atual e apaixonado, como é a minha vida!

2 comentários:

Luciana Costa disse...

Bem que deveria existir um antibiótico para a apaixonite aguda, né? De preferência sem cortizona, pra não engorda... kkkkkkkkkkkkk!!!

Luciana Costa disse...

engordar*

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